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Odivelas – Visão dos Transportes na Óptica do Utilizador

A visão a partir de Odivelas de quem anda de transportes públicos todos os dias há várias décadas

O concelho de Odivelas tem uma rede de transportes públicos desequilibrada, uma vez que na ex-freguesia de Famões, a zona Norte da ex-freguesia da Pontinha e a zona Sul da ex-freguesia de Caneças, revelam grandes insuficiências em termos do nível cobertura da rede de carreiras de transporte público de passageiros, na ex-freguesia do Olival Basto só na estrada principal circulam transportes públicos. Verifica-se que a freguesia de Odivelas, Póvoa de Santo Adrião e Ramada são as que apresentam uma rede de transporte público de passageiros em Autocarros mais completa e com melhores níveis de cobertura, mas continuando insuficiente para as necessidades da população.

A estação de Metro de Odivelas é uma estação do Metropolitano de Lisboa. Situa-se no concelho de Odivelas, servindo de terminal da Linha Amarela. Foi inaugurada a 27 de Março de 2004 em conjunto com as estações Senhor Roubado, Ameixoeira, Lumiar e Quinta das Conchas no âmbito da expansão desta linha à cidade de Odivelas.

No entanto com a chegada da rede do metro a Odivelas todos pensávamos que o serviço público de transportes ia melhorar. Mas o que aconteceu foi a redução drástica de oferta de transportes públicos em Odivelas nesse mesmo ano.

Decorrente da reestruturação do serviço de transporte público rodoviário em Odivelas, após o prolongamento do Metropolitano, a carreira 7 passou a fazer o percurso entre a Praça do Chile e o Sr. Roubado. A carreira 206, da rede da madrugada, passou a ter percurso entre Cais do Sodré e Sr. Roubado. A carreira 36 irá progressivamente reduzir a sua oferta em Odivelas, passando a ter terminal no Sr. Roubado, só em hora de ponta e ao fim de semana é que termina no Bairro Dr. Lima Pimentel Odivelas. A carreira 101 foi suprimida em simultâneo com o prolongamento do Metro. A Rodoviária de Lisboa passa a garantir a mobilidade da população de Odivelas, situação que ate ao momento não esta concretizada e muito menos a partir das 21H. A carreira 7 também foi suprimida algum tempo depois.

A carreira 206 da rede da madrugada que antes da chegada do metro terminava no bairro Lima Pimentel onde termina a carreira 36. Ao terminar no Sr. Roubado deixou de servir a zona sul da freguesia de Odivelas deixando os utentes deste serviço a terem que se deslocar a pé para dentro da cidade.

Este local que durante a noite é de risco, desde assaltos, violações e uma morte que já ocorreu junto a estação de metro do Sr. Roubado terminal da carreira 206 da carris da rede da madrugada.

A Rodoviária de Lisboa aproveitando a chegada do metropolitano de lisboa a Odivelas aproveitou para cortar quase todas as carreiras que terminavam no Campo grande e Colégio Militar.

As únicas carreiras da rodoviária que mantiveram os seus trajectos foram a 201-Lisboa (Campo Grande) – Caneças passando por, Odivelas e Ramada que durante o fim-de-semana transforma-se em 901 mantendo o percurso. Também a carreira 210-Lisboa (Colégio Militar) – Caneças (Jardim) passando pela Pontinha.

A carreira 215 faz a ligação entre Loures e Cacém passando por Montemor e Caneças, é a única carreira a fazer a ligação ao concelho de Sintra.

Não existe nenhuma ligação a partir de Loures ou Odivelas ao concelho da Amadora.

Carreiras da rodoviária que circulam no concelho de Odivelas

Nocturnas
• 235Odivelas (Metro) – Casal da Paradela

Nocturnas/Fim-de-semana
• 236-Pontinha (Metro) – Casal Novo via Casal do Bispo
• 901-Lisboa (Campo Grande) – Caneças (Esc. Secundária)  
• 905-Pontinha (Metro) – Odivelas (Metro) via Serra da Luz
• 913-Odivelas (Metro) – Caneças (Esc. Secundária) via Patameiras
• 916-Odivelas (Metro) – Circulação via Casal Novo
• 925-Odivelas (Metro) – Loures (Hospital Beatriz Ângelo) via Jardim Amoreira
• 926-Odivelas (Metro) – Arroja
• 931-Lisboa (Campo Grande) – Pontinha (Metro) via Centro Comercial  
• 934-Odivelas (Metro) – Montemor

Suburbanas
• 001-Odivelas (Metro) – circulação via Casal do Chapim
• 003-Odivelas (Metro) – circulação via Arroja
• 004-Sr Roubado (Metro) – Casal do Bispo
• 201-Lisboa (Campo Grande) – Caneças (Esc. Secundária)  
• 202-Sr Roubado (Metro) – Montemor
• 203-Pontinha (Metro) – Casal do Bispo
• 205-Pontinha (Metro) – Sr. Roubado (Metro) via Serra da Luz
• 206-Pontinha (Metro) – Loures (Centro Comercial)
• 207-Odivelas (Metro) – Circulação via Sete Castelos
• 208-Arroja – circulação via Odivelas (Metro)
• 209-Arroja – circulação via Patameiras (Centro Comercial)
• 210-Lisboa (Colégio Militar) – Caneças (Jardim)
• 211-Odivelas (Metro) – Ramada (Bº Bons Dias)
• 212-Caneças (Jardim) – Vale Nogueira
• 213-Sr. Roubado (Metro) – Caneças (Esc. Secundária) via Vale do Forno
• 214-Odivelas (Metro) – Casal da Paradela
• 215-Cacem (Estação CP) – Loures (via Hospital)
• 216-Sr Roubado (Metro) – Circulação via Casal Novo
• 220-Caneças (Esc. Primária) – Vale de Lobos
• 221-Caneças (Esc. Primária) – Almargem do Bispo
• 222-Pontinha (Metro) – Pedernais (Bº do Girassol)
• 223-Pontinha (Metro) – Casal Novo
• 224-Pontinha (Metro) – Caneças (Esc. Secundária) via Serra da Helena
• 225-Odivelas (Metro) – Loures (Hospital Beatriz Ângelo)
• 226-Sr. Roubado (Metro) – Arroja
• 227-Pontinha (Metro) – Vale Grande
• 228-Pontinha (Metro) – Jardim da Amoreira
• 229-Odivelas (Metro) – circulação via Colinas do Cruzeiro
• 230-Odivelas (Metro) – Casal de Cambra (Centro de Saúde)
• 231-Pontinha (Metro) – Caneças (Qta. São Carlos) via Centro Comercial
• 238-Sr Roubado (Metro) – Loures (IKEA)  

Urbanas
• 005-Caneças (Esc. Secundária) – circulação via Casal Novo


Carreiras circulam de Loures para Lisboa (campo grande), que passam na Povoa de Santo Adrião, Olival de Bastos e a 337 passa em Odivelas.

Suburbanas
• 331-Lisboa (Campo Grande) – Bucelas
• 335-Lisboa (Campo Grande) – Bucelas
• 336-Lisboa (Campo Grande) – Bucelas
• 337-Lisboa (Campo Grande) – Tojal

Existem outros operadores de menor impacto, uma vez que servem apenas numa área restrita do concelho, nomeadamente a Vimeca, com ligações entre a freguesia de Caneças e o concelho da Amadora (133), através das carreiras e com ligações entre a freguesia da Pontinha (143 e 181), a Isidoro Duarte e o Grupo Barraqueiro, com ligações entre Loures e Lisboa, através da Calçada de Carriche, servindo as freguesias de Olival Basto e Póvoa de Santo Adrião e a Freguesia de Odivelas na estação do Sr. Roubado.

Também a Mafrense faz ligação de lisboa (Campo Grande) passando por Olival de Bastos, Povoa Santo Adrião, Santo António dos Cavaleiros, Loures, Mafra e terminando na Ericeira.

Na minha opinião na óptica do utilizador, relativamente ao transporte público rodoviário fica patente a necessidade de uma clara melhoria que satisfaça as necessidades dos utentes e que seja uma realidade a interligação entre os vários operadores.

Fica claro que a oferta a partir de Odivelas para fora do concelho e de fora para dentro vai diminuindo a partir das 20h aumentando a falta de mobilidade das populações com a diminuição da oferta de carreiras para os respectivos destinos chegando a partir das 22h a espera vai de 30m a 1h de espera.

Criação de linhas directas a partir de Odivelas e Loures para o concelho da Amadora e Sintra sem ter a necessidade ir a Lisboa, criando ligações rápidas e viáveis.
Criação de uma ou mais redes nocturnas que sirva os utentes do concelho com passagem em todas as freguesias criando mais mobilidade e proximidade.

A carreira 206 terá que terminar em Odivelas substituindo a carreira 36 no seu percurso a partir das 23.30h com passagem no metro de Odivelas.

Na rede de transporte colectivo será necessária a organização a nível do sistema metropolitano, com reforço do transporte colectivo, de forma a implementar uma sólida, ordenada e coerente estrutura de acessibilidades, devidamente articulado com os vários modos de transporte permitindo ligações rápidas e fiáveis, para as quais se torna essencial uma boa coordenação entre os vários operadores responsáveis pelo meios de transporte instalados no terreno, promovendo um quadro de mobilidade atractiva.

Deve ser implementado uma rede de corredores reservados ao transporte público, com ligações rápidas e fiáveis, com capacidade de resposta a níveis de procura elevados.

Os operadores de transporte público rodoviário terão que adaptar a acessibilidade e mobilidade a quem tem deficiências físicas motoras.

A falta de cobertura e oferta por parte da Rodoviária de Lisboa, compromisso que nunca cumpriu desde 2004 até agora no conselho de Odivelas, entendo que é necessário no âmbito da regulação da concessão de transportes terrestres de passageiros que terá que ocorrer até Dezembro de 2019, deve ser adoptado a carris como operador interno de transporte de passageiros no conselho de Odivelas.


LINHA CIRCULAR DO METROPOLITANO DE LISBOA PARA QUÊ?
Em meu entender, “não contribui para melhorar as acessibilidades das populações, não retira carros da cidade Lisboa, não responde às necessidades das populações da zona ocidental da cidade, antes pelo contrário e degrada o serviço prestado ao concelho de Odivelas e à freguesia do Lumiar”.

Por outro lado, a complexidade da obra comporta impactos muito significativos na cidade e na rede actual, por um período de tempo bastante prolongado, o que afectará “interfaces estruturantes para a cidade”, como Campo Grande e Cais do Sodré.

ESTA É A ACTUAL PROPOSTA DO METROPOLITANO PARA A REDE CIRCULAR

Extensão Rato/Cais do Sodré – Linha Circular
Ligação linha Verde à Amarela no Cais do Sodré e Campo Grande.
Obras incluídas:
• Prolongamento Rato-Cais do Sodré
• 2 novas estações: Estrela e Santos
• Remodelação estação Cais do Sodré
• Ligação dos viadutos do Campo Grande
Investimento: 216 M€
Aquisição de Material Circulante: 50 M€

Remodelação estação Cais do Sodré
Criação de um novo átrio poente na estação com novos acessos:
• Exterior para a zona do Mercado da Ribeira
• Ligação às linhas da CP


Integração dos viadutos do Campo Grande
• Ligação linha Verde / linha Amarela criando anel circular
• Construção de viaduto de 158 m na futura linha circular Verde
• Estabelecimento da ligação da linha Amarela à estação Telheiras (que passa a pertencer à linha Amarela)
• Construção de viaduto de 428 m na futura linha Amarela Odivelas/Telheiras

ESTE PLANO DE DESENVOLVIMENTO OPERACIONAL DA REDE NÃO SERVE OS UTILIZADORES DO METRO!

A título de exemplo, as obras no troço da Linha Azul, que demoraram dez anos, ficaram marcadas por vários incidentes, provocaram o caos na frente ribeirinha da cidade e custaram 299 milhões de euros, ‘apenas’ mais 134 milhões e meio do que o previsto em 1997. A construção de uma nova estação do Terreiro do Paço e de um novo túnel levaram à derrapagem orçamental.

Na minha opinião em Portugal as obras nunca cumprem o que está orçamentado e também a cidade não pode estar parada por mais dez anos. Considerando que a derrapagem orçamental será idêntico ou pior ao que aconteceu na Linha Azul (Terreiro Paço – santa Apolónia) e porque é uma obra que não serve nem resolve o problema da mobilidade em prolongar a linha amarela até ao Cais do Sodré é um erro.

AS PRIORIDADES QUE DEVIAM SER ASSUMIDAS PELA ADMINISTRAÇÃO DO METRO E GOVERNO

A expansão da rede da linha vermelha de São Sebastião ate de Ourique, passando pelas Amoreiras, representa mais dois quilómetros de linha e tem um custo estimado de 186,7 milhões, mas não há uma data de conclusão prevista por ausência de garantias de financiamento.

EXPANSÃO DO METRO PARA LOURES

O concelho tem uma enorme carência de soluções de transporte público colectivo, tendo em conta o elevado número de pessoas que todos os dias se têm de deslocar para Lisboa. A expansão do Metropolitano está prometida há muito tempo e só trará vantagens, desde ambientais, financeiras, até ao fluxo rodoviário.

A petição pública ‘Pela Expansão da rede de Metropolitano no concelho de Loures’, lançada pelo município. A iniciativa arrancou em Junho do ano passado e reuniu 31 314 assinaturas. A população exige a concretização da expansão do serviço pelo lado de Santo António dos Cavaleiros, Frielas, Loures e Infantado e ainda pela Portela e Sacavém.

Entendo que a expansão do metro para Loures iria servir e aproximar a população de Odivelas e Loures do Hospital Beatriz Ângelo tornando-se mais rápido.

Na proposta de extensão do metro para Loures, a linha amarela também derivava para o centro de Odivelas, Ramada e Bons Dias e Codivel ficando com mais 4 estações de metro.

No meu entendimento as prioridades da rede do metropolitano deve ser:
• Prolongamento da linha amarela de Odivelas para Loures.
• Prolongamento da linha vermelha de São Sebastião para Campo de Ourique.
• Prolongamento da linha amarela do Rato até Alcântara.

Como disse anteriormente esta é a opinião de quem utiliza os transportes públicos, tenho a certeza que servirá muito mais as populações que enunciei nas prioridades. O objectivo primário de qualquer serviço público é servir as pessoas e não qualquer interesse privado.

AO LONGO DOS ANOS O SERVIÇO DO METRO É CADA VEZ PIOR

A expansão do Metropolitano de Lisboa e a redução de trabalhadores, de orçamento as contantes avarias do material circulantes são as principais razões para o aumento do tempo de espera entre comboios que chega no período após as 21h atingir 12 minutos e fora da hora de ponta 8 minutos.

A Administração do metropolitano também qualificou que existem utentes de 1ª e de segunda. A linha amarela fora das horas de ponta diminui a regularidade dos metros que chegam a Odivelas. A partir do Campo Grande tem uma composição que termina no Campo grande e a seguinte vai a Odivelas situação que se mantem sucessivamente fora das horas de ponta prejudicando quem vive na freguesia do Lumiar e no Conselho de Odivelas

O metro, neste momento, já não consegue garantir a operação do dia-a-dia, e antes de qualquer expansão da rede do metropolitano deve ser garantida a contratação de mais trabalhadores, de aquisição de material circulante para toda a rede para fazer face a actual situação da rede do metro.

Num pais em que se gasta aos mil milhões dos contribuintes para salvar bancos privados é inadmissível que não exista dinheiro é neste caso para renovar e expandir a rede do metro.
Nesta situação degradante do metro é de salientar e ressalvar o profissionalismo e a dedicação dos trabalhadores que todos os dias fazem o melhor que podem.

Os trabalhadores e caso a linha circular seja uma realidade, estarão sujeitos a uma operação feita num único sentido, sem cais de manobra para inverter, quebrar os efeitos rotineiros da sua actividade profissional, fazer as suas necessidades fisiológicas, beber um copo de água entre outras coisas.

É necessário que uma rede transportes públicos rodoviário, ferroviário e fluvial da área metropolitana de lisboa que esteja todo integrado e que vá ao encontro das necessidades das pessoas criando mais mobilidade e acessibilidade com a articulação dos horários entre os vários operadores que permitam deslocações rápidas sem grande tempo de espera entre os transportes dos vários operadores nos vários conselhos.

Novo passe permitirá a milhares poupar mais de 100 euros

O novo passe único permitirá ainda simplificar o complexo sistema de títulos de transporte, que actualmente tem cerca de 2.000 combinações possíveis.

A partir de 01 de Abril, com o custo máximo de 40 euros por passe e de um máximo de 80 euros por agregado familiar, o mesmo casal e o filho pagarão apenas 80 euros.

Os pormenores de como vai funcionar o passe único ainda estão a ser ajustados, mas espera-se que beneficie a grande maioria dos utentes da AML, deixando de fora situações em que o passe já custa menos de 40 euros, como os de quem precisa apenas de deslocações dentro da capital.

O objectivo dos novos preços é também, reduzir o número de carros que entra diariamente em Lisboa e promover o transporte público como transporte de eleição.

A medida foi aprovada a 17 de Outubro pelos presidentes das 18 câmaras da AML e inclui também a criação de uma empresa única de transportes em todos os 18 concelhos, com a marca “Carris Metropolitana”, e a compra de mais autocarros.

O passe único deverá funcionar em todos os meios de transporte da Área Metropolitana de Lisboa. A AML é composta pelos municípios de Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.

É uma boa medida a redução do valor que se paga actualmente nos transportes públicos, espero que num futuro próximo a realidade seja circular gratuitamente em qualquer transporte publico.

Nota final:
Este trabalho é realizado na óptica do utilizador do transporte público, tem como objectivo analisar os transportes a partir de Odivelas, as suas carências, e o que devia ser feito para melhorar.
Este levantamento revela a necessidade de melhores meios e rotas para servir os Munícipes de Odivelas. São muitos os casos em que as pessoas demoram mais de 2h para chegar aos seus destinos nos concelhos vizinhos. Em alguns casos chega a 3h o mesmo que demora o Alfa pendular de Santa Apolónia a Campanhã.

Trabalho realizado em 5 de Dezembro de 2018


Paulo Gonçalves | paulo.goncalves.odivelas@gmail.com


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Paulo Goncalves - paulo.goncalves.odivelas@gmail.com
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