Corona… Vírus ou a arte em conduzir a opinião pública global

O Coronavirus merece a preocupação global dos responsáveis pela saúde dos povos?

Claro que sim e isso estende-se a tudo o que oferece sinais de pandemia ou seja todas as enfermidades epidêmicas (infecciosas) amplamente disseminadas.

Mas pergunto-me a mim próprio:

  • Será o Coronavirus uma enfermidade epidémica amplamente disseminada?

  • Merece o Coronavirus tremenda preocupação para ocupar horas dos principais noticiários em todo Mundo?

  • Afinal, alguém sabe o que é o Coronavirus?

  • Qual é realmente a origem do Coronavirus?

  • Alguma organização sabe informar correctamente o número de mortos directamente relacionados com o vírus e o número de infectados?

  • Quem conseguirá precisar a déficit real entre portadores suspeitos e portadores efectivos do vírus?

  • Por que razão as posições conhecidas da OMS (Organização Mundial de Saúde) não são coincidentes com o que noticia a China, supostamente o país originário deste vírus?

  • Por que motivo as notícias chinesas sobre o Coronavirus diferem a cada dia que passa?

  • A Ocidente, a medicina conhece bem as características do Coronavirus?

  • Por que motivo o Coronavirus assume maior importância mediática que a gripe que, da Rússia ao extremo Oeste da Europa, já fez mais de 95.000 mortos em menos de dois meses?

  • Por que se esconde que, já em 2020, os cancros mataram mais de 1 milhão de cidadãos em todo o Mundo?

Juntando a informação espalhada no ciberespaço, a cada minuto, suspeitamos que haverão mais de 28.000 infectados e que já morreram quase 3.000 pessoas por causa do Coronavirus.

Naturalmente que da China e de alguns outros países asiáticos nunca virão bons ventos enquanto não garantirem controlo sanitário nas centenas de milhares de mercados que proliferam pelas cidades – mesmo no centro dos bairros mais modernos – a maioria dos quais sem condições mínimas à vista do actual número de habitantes, onde se cruzam todo o género de animais vivos com alimentos perecíveis… Tudo em nome das tradições enraizadas naquelas sociedades.

Surpreendente competência

para isolar uma cidade com 11 milhões de habitantes

Não acreditando na ‘teoria da conspiração’, de tudo o que oiço nas tevês europeias, gravei na memória a teoria de um expert britânico em política internacional e conjurações: Resumidamente o comentador, também cientista e biomédico, permitiu-se explorar um lado mais prático do vírus, chamando-lhe sintéctico e filho da tecnologia laboratorial. Em determinado momento, questionou, por exemplo, a arte do poder num país em colocar a cidade de Wuhan (na província de Hubei, na China Central) que tem 11 milhões de habitantes, em regime de quarentena, ou seja torna-la num verdadeiro deserto de 8.494 quilómetros quadrados, isolada do Mundo, recordando que esta é uma cidade modernizada e que se apresenta ao Universo como a Silicon Valley chinesa?

… De outros dois comentadores, entre eles um humorista, ouvi algo também deveras interessante: Estarão os chineses a experimentar as suas capacidades de resposta a uma eventual incursão externa de caracter químico ou mesmo nuclear? Ou pelo contrário experimentam o grau de expansão ao nível global de um vírus artificial de índole letal?

Pessoalmente, preocupa-me a ideia de podermos estar perante uma nova era de armamento que servirá uma nova arquitectura de fazer guerras, devastadoras e com consequências mais rápidas no tempo, sem a necessidade de ter grandes exércitos e meios de combate convencionais que custam milhares de milhões.

Imaginemos um país dispor da capacidade de expandir uma doença infecciosa desconhecida ou simplesmente introduzir um vírus numa rede de abastecimento de água da capital ou de uma grande cidade de um qualquer país considerado inimigo (?).

Mas se partirmos do princípio que não é disso que se trata; que estamos perante mais um caso homólogo à gripe das aves – uma daquelas extirpes que não integram os 3 tipos de gripe que se conhecem, a C, A e B (estas duas últimas responsáveis pelas epidemias sazonais) – poderá ser que a montanha acabe por parir um rato, pelo menos com resultados muito menos preocupantes – e esses sim – do que acontece com os milhões de pacientes com infecções respiratórias, a maioria delas provocadas pelas gripes, a enfermidade que banalizámos e tornámos irrelevante e que é a causa de centenas de milhares de mortos todos os anos. – por José Maria Pignatelli

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