Pessoas que vivem com rendimentos inferiores ao limiar do risco de pobreza

Antes da atual crise pandémica havia em Portugal 380.000 mil pessoas a receber ajuda dos bancos alimentares.

Esse número durante a crise pandémica passou para 400.000 pessoas, segundo o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Acresce que, segundo dados de 2018, 21,6% da população Portuguesa, cerca de 2,2 milhões de pessoas, tinham rendimentos inferiores ao limiar do risco de pobreza (€467 por mês).

Seria bom que aqueles que diabolizam os bancos alimentares, como o Secretário de Estado, João Galamba, que recentemente fez mais uma das suas diatribes contra Isabel Jonet, pensassem nestes números e o que seria destas pessoas se não recebessem essa ajuda.
Com toda a certeza que a ajuda não seria dada pelo Estado e pelas Autarquias Locais que em 46 anos de Democracia foram completamente incapazes de debelar os sem-abrigo e a pobreza em Portugal, apesar de toda a arquitetura constitucional que de nada serve (pobre Constituição da República Portuguesa que sistematicamente não é cumprida).

Odivelas um Concelho urbano da Área Metropolitana de Lisboa, com cerca de 160.000 habitantes, deverá ter com certeza famílias com rendimentos inferiores ao limiar do risco de pobreza.
Não se conhece a dimensão deste grave problema social no Concelho de Odivelas.
Nesse sentido o Partido Aliança apela à Câmara Municipal de Odivelas, que aloque uma pequena parte dos seus 11 milhões de euros de resultados líquidos positivos (lucro) de 2019, num diagnóstico sério da pobreza, muita dela envergonhada, existente no Concelho e que simultaneamente programe uma política municipal sustentada e integrada de combate a este flagelo social de forma a que cada vez mais famílias possam viver com a dignidade a que todos têm direito.
Odivelas, 25 de maio de 2020.
Direção Política Municipal de Odivelas do Partido Aliança

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