Histórias d’África – Um tiro no porta-aviões (I)

Ocorre-me comparar o momento actual do Mundo com o jogo meio estratégico, meio infantil, da Batalha Naval, aquele que adorava jogar quando criança nos tempos livres, nos intervalos das peladinhas no jardim ou dos treinos no pavilhão da Ajuda. Por que não ser modesto e lembrar-me de algumas destas batalhas jogadas já em tempo da adolescência naquelas inesquecíveis viagens marítimas de meia volta ao Mundo que fiz com meu Pai, o Comandante António Barreto, uma velha raposa do mar como lhe chamou o jornalista Nuno Rebocho, recentemente falecido. Adorava mostrar aos homens do mar e do leme, aos “donos” daqueles superpetroleiros de que eu era o ‘expert’ em estratégia de combate marítimo militar.

Só que o Mundo de agora não entende essa guerra sobre papel dentro de 100 quadrículas, onde temos direito a colocar 7 vasos de guerra e um porta-aviões, o oitavo e mais importante navio a defender.

Passam 7 meses em que todos – uns mais expeditos outros menos numa gigantesca desorientação – deixaram afundar as suas frotas, segurando com unhas e dentes os seus porta-aviões como últimos bastiões; como derradeiros antídotos a uma pandemia de um vírus meio manufacturado pelo novo império do Oriente. Isto é para as centenas de milhões de civilizados que jamais acreditam no incompreensível triângulo do morcego-pangolim-humano, qual misterioso triângulo das Bermudas…

Os países da Europa – sejam Membros da União Europeia ou não; sejam ou não subscritores do Acordo de Schengen (convenção entre uma maioria dos países europeus sobre política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas entre os signatários) – teimosamente não conseguiram juntar as suas frotas numa estratégia comum capaz de enfrentar o conjunto de batalhas que constituem a guerra contra o inimigo de todos, o coronavírus. Pior: Foram investidos de pânicos generalizados e incapazes de reagir em simultâneo e comummente. Os países europeus, cada um para seu lado, precisaram (invariavelmente) de mais de dois meses para perceberem que um vírus nascido na cidade de Wuhan (a sétima maior cidade da China e a 42ª do mundo) se tinha convertido de epidemia a pandemia, ou seja se tinha universalizado por circunstâncias (ainda) indeterminadas, iniciando um conflito global de interesses, incertezas e inquietudes várias.

No meio de tantas “batalhas navais”, as frotas europeias afundaram-se todas, por se esgrimirem umas contra outras. Acabaram os confinamentos, isto é, nos países que os decretaram, numa Europa já enfraquecida social e economicamente, com milhares de mortos e de hospitalizados e com um futuro problemático. Nem assim a maioria abdicou das férias de Verão… Qual coronavírus; qual pandemia?! Importante gastar as energias sobrantes nem que isso subentenda queimar as últimas munições.

Agora – por insciência de centenas de milhares de recrutas e de oficiais formalmente incultos e mal-educados – nem sequer souberam poupar os porta-aviões intactos: Todos já levaram um tiro, o primeiro dos 5 disparos que podem suportar. Perderam soldados, marinheiros, sábios, cidadãos comuns, guerreiros voluntariosos. E o mais indelicado: Milhares de anciãos, avós de todos nós, cuja maioria nos ensinou precisamente valores contrários.

Esbanjaram-se algumas armas de artilharia pesada; alguns aviões e helicópteros que estavam nos conveses.

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Os países da Europa – sejam Membros da União Europeia ou não; sejam ou não subscritores do Acordo de Schengen – teimosamente não se conseguiram juntar numa estratégia comum capaz de enfrentar o conjunto de batalhas que constituem a guerra contra o inimigo de todos, o coronavírus. Pior: Foram investidos de pânicos generalizados e incapazes de reagir em simultâneo e comummente.

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Por adversidade, o vírus do Império Vermelho continua a dar-se bem em meio Mundo depois de 100 dias de luta – quer dizer de imensos constrangimentos globais – que a maioria de nós aceitou na expectativa de ganhar as batalhas e preparar o derradeiro assalto para terminar com a guerra…

Há ainda quem continue enclausurado nos seus territórios, há quase 200 dias, como a Polinésia Francesa (uma colectividade ultramarina com mais de 100 ilhas no Pacífico Sul que se estende por mais de 2.000 quilómetros e se divide entre os arquipélagos Austral, Gambier, Marquesas, Sociedade e Tuamotuem), pela sensatez de quem compreende ser a única alternativa (uma espécie de escudo anti-míssil corona) à escassez de meios sanitários para atender às suas populações e à própria dispersão territorial.

E nós por cá, Europa?

Acabámos por fazer quase tudo mal:

  • Os poderes enganaram os cidadãos ao jurarem que as suas decisões políticas assentavam nas audições de comissões de sábios, cientistas e especialistas em virologia e outras enfermidades. Os governos de França, Alemanha e Espanha iludiram-nos. Essas comissões nunca existiram… Os mais transparentes – excluindo os países nórdicos que há muito nos habituaram ao rigor – cingiram-se ao Reino Unido, sendo mesmo quem revelou com maior precisão os verdadeiros números da pandemia.
  • Ocultaram incertezas e inquietudes, precisamente as mesmas que se mantêm quase todas inalteradas.
  • Em Espanha, o Centro de Coordenação de Alertas de Saúde e Emergências do Ministério da Saúde escondeu mais de 16.000 mortos. O silêncio após as denúncias dá por adquirido o erro tremendo… Mas já era demasiado grave, mesmo que o erro fosse por um único falecido.
  • Decidiram-se tarde pelos confinamentos ou pelas avaliações alternativas de restrições, ignorando avisos dos serviços de inteligência e de especialistas que já tinham dado conta do coronavírus ainda no final do ano passado.
  • Também se decidiram pelos des-confinamentos antes de tempo. E como se essa imprudência não bastasse, alguns países fizeram-no de modo assimétrico entre territórios e municípios de acordo com o número de contágios e com estatísticas extemporâneas.
  • Precipitaram-se todos ao serem surpreendidos pelas repentinas quedas das economias e pelas fragilidades de um paradigma sócio-económico assente na sua maioria num sector terciário que realmente acrescenta muito pouco às economias, ao desenvolvimento social, cultural dos cidadãos.
  • Quiseram ‘correr atrás do prejuízo’ sem saber como o fazer. Equivocaram-se ao fechar as portas uns aos outros, apostando no turismo e consumismo interno como primeira tábua de salvação, mesmo aqueles que não têm essa vocação. Guerrearam-se em vez de se unirem num esforço colectivo: Proíbem, desaconselham destinos de férias, mesmo os mais seguros, e ameaçam com quarentenas de castigo.
  • Não fizeram o que prometeram: Por exemplo, investir nos corredores aéreos seguros ou acordarem definitivamente nos ‘passaportes sanitários’ e aí sim utilizando as tecnologias de informação, a tal revolução digital que os políticos mais iluminados julgam ser o futuro da humanidade e uma espécie de indústria que será de grande empregabilidade (?). E jogaram numa gigantesca farsa: Anunciam aplicações de despistagem para telemóveis que não funcionam e nos enchem os aparelhos de gigabytes.
  • A União Europeia precisou de 90 horas para acordar num Fundo Global de Recuperação por causa da pandemia de 750.000 milhões de euros, dos quais 390 mil milhões a fundo perdido. E ainda assim, tudo com condições extravagantes num período de verdadeiro aperto do cinto para milhões de europeus, como por exemplo investimentos leoninos nas designadas economias “verde” e “digital” cujo profundo significado e as metodologias para o êxito das mesmas se desconhecem.
  • Pergunta-se para que serve a União Europeia, para além de um centro de custos gigantesco: para este ano, a despesa administrativa total representa 6,1% do orçamento total de 168.688,1 milhões de euros, cerca de 10 mil milhões de euros (…) Mas, mais inaceitável é continuamos sem qualquer harmonia fiscal entre os Estados-Membros.
  • Sabe-se é que a indústria do turismo – aposta maior da globalização pós anos 90’ – representa mais de 13% do PIB da França, Espanha, Itália, Portugal, Grécia e países balcânicos. A estes valores teremos de considerar a restauração e os divertimentos nocturnos que representam mais de 4% e de 1,5% respectivamente do PIB francês, espanhol e italiano. Estes sectores são também muito significativos para a economia do Reino Unido, da Alemanha, da Croácia e Bósnia.
  • Ainda muito poucos despertaram para o fenómeno da economia circular que o turismo promove onde se encaixam a agricultura, as indústrias agroalimentares, das bebidas, da higiene e limpeza, a distribuição, dos transportes (este último sector muito importante para o comércio de veículos ligeiros e pesados nas operações das rent-a-car e transportadoras e obviamente para as operações aeroportuárias e de navegação de curto, médio e longo curso).

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Assintomáticos são responsáveis por 70% das novas transmissões, a maioria comunitárias e a atingirem cidadãos entre os 15 e 29 anos. Em tempo de Verão, a sociabilização tornou-se quase livre apesar das imensas restrições, na maioria dos países. As outras infecções mais graves voltam a suceder nos lares de idosos pela exagerada exposição ao exterior, pelas visitas sem controlo.

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E acontece novo ajuste de contas com o coronavírus:

  • Ressurgem os contágios, agora de modo ligeiramente diferente.
  • Os testes PCR e sorológicos que todos se lembraram de fazer, a tarde e a más horas, revelam-nos que mais de 30% dos contágios são da responsabilidade dos assintomáticos, os portadores da infecção mas que não exibem sintomas.
  • Que quase 70% das transmissões são as que devemos designar por comunitárias, ou seja resultantes da mobilidade dos cidadãos entre regiões dos mesmos países e entre países diferentes, permitida desde o final de Maio e resultante do período de férias de Verão.
  • E por isso mesmo, a maioria dos novos contagiados e internados em hospitais, têm entre os 15 e os 29 anos, em contraciclo com o que sucedeu em Fevereiro e Março. Aliás, o segundo escalão etário mais afectado vai dos 30 aos 50 anos.
  • O reaparecimento do coronavírus nos lares de idosos ocorre pela exposição das visitas exteriores. Veja-se o que aconteceu no povoado de Burbeguena, em Teruel, na Comunidade Autonómica de Aragão: Só registou o primeiro caso de coronavírus há semana e meia; tem 200 habitantes e já teve 62 contagiados e dois deles falecidos. Os infectados encontram-se todos num lar de idosos que existe na localidade e que serve maioritariamente cidadãos de outras regiões.
  • Obviamente que a propagação do vírus na comunidade mais jovem se deve quase exclusivamente à maior sociabilização sem cumprimento de regras e mesmo a indisciplina: As restrições impostas em bares e discotecas não evitam os botellón, reuniões de jovens e adultos em áreas públicas para socializar enquanto bebem álcool. É um hábito com origem em Espanha mas que já se estende a outros países, principalmente em França e na Alemanha. Esta prática é proibida desde sempre.

Este paradigma de vida colectiva – entre uma espécie de nova evolução do coronavírus, a persistência das incertezas, a desobediência dos mais jovens aos constrangimentos impostos e o desentendimento entre poderes políticos nacionais, regionais e opiniões científicas excessivamente díspares -, mantém suspeitas antigas e aumenta o tom dos que reclamam pela teoria da conspiração relativamente globalizada e pale tentativa de manipulação da comunidade mundial. Surgem os “Negacionistas”: São centenas de milhares de cidadãos que se manifestam nas ruas, nos centros das maiores cidades, contra o modus operandi das lideranças políticas na gestão da pandemia e nas conjecturas que se fazem sobre o próprio vírus. Em Madrid já se manifestaram numa concentração proibida que foi convocada nas redes sociais e encabeçada por alguns agentes culturais conhecidos e com peso entre os opinion leaders.

Em Espanha, a semana começou com a desconfiança dos pais sobre a abertura do ano escolar: Segundo as organizações de pais, uma em cada duas famílias não permitirá o regresso às escolas dos seus filhos. Este problema coloca-se sobretudo nos maiores centros urbanos, ainda que as turmas (classes) raramente tenham em média mais de 18 alunos. Nas comunidades autonómicas com concentrações urbanas mais pequenas o risco das transmissões não se coloca, tanto mais que existem escolas sobredimensionadas e com condições excepcionais, o que naturalmente não acontece nas maiores cidades.

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Alberto Núñez Feijóo não esperou pelas decisões do governo da Nação. Anunciou regras de ouro para o início do ano lectivo na Comunidade da Galiza: Testes sorológicos a todos os 40.000 professores; regras sanitárias apertadas nas escolas; investimento de 3 milhões nos laboratórios da região que estudam o coronavírus. Comunidade da Galiza conseguiu a singularidade de ter 600.000 pernoitas em Julho, significando 22% acima da média das restantes comunidades espanholas.

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E esta reacção deve-se a dois factos:

  • Às contaminações anunciadas em 41 colégios de Berlim, na Alemanha ao final de duas semanas de aulas que estão a obrigar a quarentenas parciais (…) É certo que nesta Federação da Alemanha a comunidade educativa espalha-se por 825 escolas. Ainda assim, o pânico instala-se no seio das famílias pelas incertezas.
  • À falta de uma estratégia nacional espanhola comunicada pelo governo central às governações das Comunidades Autonómicas (…) O primeiro conselho de Ministros pós-férias (23 dias) só sucedeu esta última terça-feira e o Presidente do Governo Pedro Sánchez insiste no início das aulas presenciais nas datas previstas, entre 7 e 10 de Setembro, e em estado de aparente normalidade apesar do aumento de contágios por coronavírus que assegura não é uma segunda edição do que sucedeu em Março último. Contudo – como que ‘sacudindo’ a água do capote’ – anuncia apoio às Comunidades Autónomas no exercício da possibilidade de decretarem ‘Estado de Alarme’ (…) Esta é uma questão que suscita as maiores dúvidas e divide juristas, já que a limitação de direitos individuais dos cidadãos é restrita e de acordo com a Constituição (ou a sua interpretação) só poderá efectivar-se na vigência do Estado de Alarme nacional, proposto pelos governos de âmbito nacional, aprovado pelo Parlamento e ainda assim a decisão poderá carecer de validação do tribunal Constitucional. Exemplo da promiscuidade da legislação do reino de Espanha acontece com a proibição de fumar nas esplanadas e maioria das ruas decretada, primeiro na Galiza, e seguida pela maioria das administrações das comunidades autónomas que foi legalmente contrariada por um Juízo de Madrid que não aceitou a decisão do governo daquela comunidade e isto por não lhe reconhecer legitimidade em restringir direitos e liberdades consideradas fundamentais para os cidadãos.

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Ninguém se entende sobre quem pode ou não restringir as liberdades dos cidadãos em tempo de pandemia. A maioria das Comunidades Autónomas espanholas decidiu proibir fumar em esplanadas, ruas e espaços públicos mais exíguos. Os tribunais aceitaram com uma única excepção: Um Juízo não permitiu a deliberação do governo da Comunidade Autónoma de Madrid.

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Em contraciclo, o governo da Galiza – Xunta de Galicia – liderado por Alberto Núñez Feijóo, do PP (eleito pela quarta vez consecutiva com maioria absoluta nas eleições do passado dia 12 de Julho) impôs regras de ouro: Testes sorológicos a toda a comunidade de professores que são 40.000, incluindo já cerca de 1.000 novos docentes contratados, o uso obrigatório de máscaras por todos dentro das escolas e pelos alunos a partir dos 6 anos; Investimento imediato de 3 milhões de euros para apoiar laboratórios que investigam o coronavírus naquela comunidade autonómica. Portanto, Alberto Feijóo vai mais longe que as directrizes – sempre ambíguas, avulsas e de credibilidade duvidosa – da OMS, Organização Mundial de Saúde, que recomenda o uso de máscaras pelos menores apenas a partir dos 12 anos.

Os números da pandemia mais actualizados são de 23.652.302 contágios para um total de mortos de 814.113. No entanto, ao consultar o mapa-mundo naturalmente fica-se com a sensação de que existem Países onde os números revelados são demasiado baixos relativamente à precaridade dos seus serviços de saúde pública e condições das infraestruturas sanitárias.

Mas as campainhas voltam a ressoar na Europa: Se é verdade que a pandemia se trava no Reino Unido, não será menos verdade que o número de transmissões aumenta em França, Alemanha, Itália e Espanha. Só neste último, terça-feira fica marcada por 7.117 novos casos de coronavírus de que resultaram 1.294 internados, dos quais 74 em UCI (Unidades de Cuidados Intensivos) e de 52 falecidos.

Também terça-feira assinala novo veto de proibição ou desaconselhamento de viajar para todo o território espanhol, incluindo as Canárias pelas autoridades holandesas e alemãs (…) Estranha-se é que o aumento de transmissões nos arquipélagos das Baleares e das Canárias só tenham acontecido após a abertura dos territórios a turistas espanhóis do continente peninsular e a estrangeiros. Obviamente a responsabilidade é dos governos das Comunidades Autonómicas que foram muito pouco exigentes no controlo de entradas nos territórios.

É importante aceitarmos que não haverá um regresso ao normal e que uma crise desta magnitude não desaparece simplesmente de um dia para o outro”, afirmou Edward Fishman para quem esta crise poderá marcar o final de uma ordem mundial iniciada pós II Grande Guerra. O ex-responsável pelo planeamento do Departamento de Estado Norte-americano adianta que “com os grandes poderes a serem vistos como perdedores, a confiança na ordem mundial deixa de existir”.

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Cresce o investimento em metais preciosos, por serem bens tangíveis valiosos. Bancos Centrais e cidadãos apostam principalmente na compra de ouro por ser um metal inteiramente monetário.

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Não será acidentalmente que os bancos centrais e os cidadãos corram no investimento em metais preciosos cujo valor regista aumentos quase históricos. Naturalmente o Ouro é o mais procurado; é um metal inteiramente monetário e um bem tangível. De qualquer modo, teremos de considerar o Ródio ou Rhodium (RT) extremamente raro, valioso e o metal mais caro do mundo: Uma tonelada da crosta terrestre contém cerca de 0,001g deste metal que tem um alto ponto de fusão e uma incrível capacidade de resistir à corrosão. Depois, devemos considerar a platina e o Ruténio também da sua família e a prata.

Os investimentos em moeda deixam de ser interessantes, mesmo no dólar que é praticamente a única moeda que serve para a transacção mundial da maioria das matérias-primas. Os mais expert no sistema financeiro mundial sabem perfeitamente que o dólar deixou de ser realmente uma referência de maior credibilidade em 15 de Agosto de 1971, quando Richard Nixon (o 37º presidente dos Estados Unidos) decidiu que se produziria a moeda sem a respectiva paridade com o ouro (…) recorde-se que então cada 35 dólares valiam 1 onça de ouro e essa comutação tinha de ocorrer ao nível do banco central. – por José Maria Pignatelli

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