Histórias d’África – Pela nossa saúde

Pela nossa saúde, estamos obrigados a novas rotinas que terão de perdurar no tempo. Crise sanitária deverá prolongar-se por mais ano e meio

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Vacina com 90% de eficiência? Sim, mas… A Pfizer não divulga a idade dos testados, o verdadeiro número e situação de saúde dos referenciados que terão sido mais de 43.000, a resposta imunitária da vacina (…) Acima de tudo, não anuncia prazos concretos, tão pouco como fará a logística da produção e distribuição da vacina que terá de manter-se, para já, abaixo dos 80º negativos. Estamos perante um acto mais sócio-económico e político do que científico. A Pfizer anuncia 20 a 50 milhões de doses até final de Dezembro, só para os Estados Unidos que serão gratuitas, enquanto o Reino Unido e a União Europeia comunicam que já fizeram encomendas, respectivamente 50 e 200 milhões de doses sem que haja certezas no tempo e na sua verdadeira eficácia. Para a Europa virão vacinas da Moderna.

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Disfrutar da vida não é envenena-la. É preciso dar-lhe sustentabilidade, mantê-la com saúde. Está aí a verdadeira pandemia de SARS CoV-2. Mais intensa que a vaga experimental, a que chamamos agora de primeira vaga. Acontece a Ocidente como convém e se adivinhava. E não há remédios santos e vacinas duradouras muito menos. Mesmo considerando o anúncio de hoje da Pfizer: Informa que a sua vacina alcançou uma eficiência de 90%. Mas em boa verdade, a comunicação torna-se essencialmente mais num acto económico que científico, olhando para a subida acima dos 12% das acções em bolsa do laboratório.

Mas vejamos: A Pfizer não divulga a idade dos testados, o verdadeiro número dos referenciados que terão acima dos 43.000, a resposta imunitária da vacina (…) E, acima de tudo, como fará a logística da produção e distribuição da vacina que terá de manter-se abaixo dos 80º negativos.

Máscara Cirúrgica

Obviamente que teremos de reflectir sobre este anuncio quer do ponto de vista político – dia em que Joe Biden consagra a vitória eleitoral – quer do lado económico, numa segunda-feira em que parecia imperioso que as bolsas valorizassem. A reter que o índice IBEX35, a Bolsa de Madrid, registou uma subida histórica na última década: 8,57%.

Devemos recordar os acontecimentos do final de Agosto quando a Moderna liderou a corrida em bolsa depois de anunciar os sucessos em torno do progresso da vacina que acabou por beneficiar alguns funcionários do laboratório, entre eles o seu CEO, este último em mais de um milhão de euros numa escassa semana. Compram-se acções em baixa, anunciam-se êxitos e vendem-se imediatamente os mesmos papéis em alta. Então, cinco das doze empresas que estavam a trabalhar na vacina – as cotadas em bolsa – já tinham valorizado perto de 52.000 milhões de dólares.

Máscara FFP2

Para já temos as denominadas ‘vacinas de emergência’ como a russa Sputnik ou as chinesas que deverão ser 3 de uma assentada que não passam de imunizantes encontrando-se em permanente fase de testes. Impõe-se rotinas umas mais severas que outras para convivermos com o vírus. Teremos de salvar as economias, os nossos sustentos porque não haverá máquinas a produzir notas e moedas a ponto de nos salvar. Das doze entidades que estão a desenvolver vacinas para a covid-19, cinco estão cotadas e valorizaram, este ano, perto de 50 mil milhões de euros. Moderna lidera corrida em bolsa pela vacina covid

A Vida precisa de sustentabilidade. Mantê-la com saúde é essencial. Anda por aí uma pandemia de um vírus que obrigará o Ocidente a reinventar-se num largo conjunto de aspectos práticos para que nos garantam essa VIDA que todos pretendemos para nós e para os nossos. Comprometermo-nos com o presente e o futuro obrigará a uma enorme reflexão. Agora, para lá chegarmos – precisamente a tempo de ponderarmos – Importam gestos simples que nos garantam saúde. E são pequenas práticas – tornar-se-ão simples com o passar do tempo – que teremos de saber banalizar e com elas convivermos nos próximos anos. Tudo porque não vamos ter remédios santos para o SARS-CoV-2 tão depressa como nos contam quase todos os dias. Essas vacinas prometidas para amanhã precisam de muito mais tempo e mesmo as recentemente denominadas de ‘emergência’ como a russa Sputnik ou as chinesas que deverão ser 3 de uma assentada, não passam de imunizantes que se encontram em fase de testes. E o mesmo acontece com a vacina da Sinovac que se distribui já às centenas de milhares na China e que se calcula – segundo noticiou a BBC na terça-feira, dia 27 de Outubro – deverá ser produzida pelo Instituto Butantan no bairro do Butantã, a Oeste da cidade de São Paulo, no campus Cidade Universitária daquela cidade brasileira, precisamente num parceiro do Ocidente, mais um país exposto ao negócio fácil, de curto prazo, em nome da indústria e diplomacia globalizada.

Luvas
Luvas

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Não queiramos fazer parte do Mundo dos tontos, como aqueles que apenas Deus sabe por que razão, entenderam publicar um estudo falso a desacreditar a utilização da hidroxicloroquina, um anti-inflamatório, imunossupressor eficaz num conjunto alargado de enfermidades que continua a ser ministrado a pacientes de Covid nos hospitais. A própria OMS – que agora dá o dito por não dito – se encarregaria de difundir o estudo e a defender a imediata suspensão dos tratamentos com hidroxicloroquina. Por que razão se auxiliou o Remdesivir – tratamento com custos elevadíssimos – é que acabou por se mostrar ineficaz.

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Vamos ser práticos: A hidroxicloroquina trata-se de um fármaco que se revelou ‘amigo do homem’, são bem absorvidos e tolerados quando administrados por via oral. É um anti-inflamatório, imunossupressor e modular de resposta imunitária que mostram enorme eficácia num conjunto alargado de enfermidades e simultaneamente poupadores de corticosteroides. Inicialmente serviu para combater as doenças reumáticas. Mostrou-se mesmo benéfico e dos fármacos mais úteis e seguros no combate de muitas patologias autoimunes. Continua a ser ministrado aos pacientes de Covid em todos os hospitais a Ocidente. O tão defendido Remdesivir – tratamento com custos elevadíssimos – é que acabou por se mostrar ineficaz.

A hidroxicloroquina – também conhecida como sulfato de hidroxicloroquina – é portanto um medicamento antiartrítico que é usado na prevenção da malária com enorme sucesso. Também para combater a “Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)”, outra doença inflamatória autoimune, que pode afectar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro, podendo matar em casos graves. Nos Estados Unidos é vendido sob o nome Plaquenil e também se encontra à venda enquanto medicamento genérico. Em Portugal, é o Plaquinol.

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A primeira causa de contágio são os ‘aerossóis’, as partículas mais pequenas que expiramos depois de inspirarmos. Isto é: Expiramos gotículas de tamanhos distintos, sendo que as maiores tendencialmente caem em direcção ao solo mais rapidamente e em curto espaço, enquanto as mais pequenas uma espécie de massa de matéria nublosa, se conservam por mais tempo em suspensão. É aqui que uma máscara de qualidade bem colocada faz toda a diferença.

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No meio das incertezas que se mantêm sabe-se:

  • Que apenas 65% da população dos países Ocidentais estará imune ao Covid, valor muito baixo se comparado com o sarampo cujos autoimunes rondarão os 95%.
  • Que a primeira causa de contágio são os aerossol, as partículas mais pequenas que expiramos. Isto é: Expiramos gotículas de tamanhos distintos, sendo que as maiores tendencialmente caem em direcção ao solo mais rapidamente e em curto espaço, enquanto as mais pequenas uma espécie de massa de matéria nublosa, se conservam por mais tempo em suspensão e consequentemente por maior distância. É aqui que uma máscara de qualidade e bem colocada faz toda a diferença.
  • Que as crianças são a terceira maior causa de contágio. São assintomáticas pois ainda vivem na campânula das vacinas que lhes foram ministradas como essa meio milagrosa vacina de combinação contra a difteria, tétano e coqueluche. Mas as crianças assintomáticas têm uma enorme carga viral, mais que os adultos e tornam-se potenciais transmissoras na sua bolha de convivência (…) E aqui as escolas são meio venenosas, mesmo considerando que a sociabilização é essencial no crescimento intelectual dos mais novos. Ainda assim, não se comprova que as crianças assintomáticas sejam mais transmissoras que os infectados ingressados em UCI.
  • Que é estritamente necessário manter a constância de análises nas estações de tratamento de águas residuais e manter os resultados actualizados, pois estamos perante uma perigosa fonte de contágio.
  • Que quase 75% dos cidadãos testados positivos são assintomáticos e que é impossível organizar rastreadores para as maiores cidades europeias, bem como controlar e rastrear populações em países de maior circulação intercomunitária ou inter-regional, particularidade no território continental de Espanha.
  • Que à medida de que se fazem mais testes de forma massiva, aumenta a percepção que 20% da população deverá estar contagiada por SARS-CoV-2.
  • Que os confinamentos perimetrais e com horários divergentes entre comunidades ou municípios da mesma região não travam o aumento de infectados.
  • Que o maior número de contágios não ocorre nas esplanadas desde que se cumpram as regras há muito determinadas, nem tão pouco nos parques. Acontecem no seio das famílias, das mais numerosas que habitam em apartamentos mais exíguos, nas transferências comunitárias e pela indisciplina dos mais novos que insistem em festas privadas – aos milhares anunciadas na internet – e nos encontros de rua onde partilham bebidas alcoólicas, hábito crescente nas cidades espanholas desde início do século, mas terminantemente proibido em Espanha.
  • Por exemplo, Madrid regista menos casos de Covid que o resto de Espanha com excepção das comunidades da Galiza, Valência e Canárias sem a necessidade de encerrar esplanadas, restaurantes ou bares. Apenas com medidas selectivas e cirúrgicas determinadas pelo governo da comunidade liderado por Isabel Díaz Ayuso. Segundo os dados do Ministério da Saúde, a Comunidade regista 355 casos diagnosticados nos últimos 14 dias por cada 100.000 habitantes frente aos 1.004 de Aragão, os 1.107 de Melilla ou os 1.033 de Ceuta, curiosamente autonomias onde a saúde pública depende directamente do governo central de Pedro Sánchez. Só estão melhor do que Madrid regiões como a Galiza, com uma incidência de 329 casos, a Comunidade Valenciana, com uma de 248 e as Canárias, com uma de 82, por 100 mil habitantes.
  • Que nem toda a informação é divulgada correctamente. Exemplo disso: Numa distância de 1,5 quilómetros demos de caras com três painéis informativos com indicação de distanciamento aconselhável de 1 metro, 1,5 metros, ora de 2 metros (ver imagens).
  • Que se utilizam mascaras e produtos de higiene sem certificação e de modo enganoso.

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Máscara cirúrgica não protege o utilizador. É apenas uma barreira que minimiza a transmissão de agentes infeciosos entre o utente e um terceiro. Serve para os médicos protegerem os seus pacientes. O ideal é utilizarmos as máscaras respiratórias ou máscaras auto-filtrantes classificadas como equipamentos FFP1, FFP2 e FFP3.

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As rotinas para convivermos com o vírus são simples, porventura inicialmente meio desencorajadoras. Mas vale a pena observar estas regras pela saúde de todos nós.

Utilizar máscara sempre que estivermos em áreas mais movimentadas, esplanadas, todos os recintos fechados, transportes públicos e nas áreas contígua às nossas casas.

Mas nesta matéria são determinantes alguns cuidados. Por exemplo, a máscara cirúrgica está longe de ser a mais aconselhável porque funcionam como barreira protectora de terceiros e não do utilizador. Ou seja minimiza a transmissão directa de agentes infecciosos entre o profissional e o doente (…) A principal finalidade é proteger o doente. O utilizador deste tipo de máscara só se protege ou colocando a máscara ao contrário ou estando perante um terceiro protegido. E as máscaras cirúrgicas revelam-se como uma verdadeira praga acrescentada ao lixo que produzimos e de maior dificuldade de reciclagem. Oficiosamente acredita-se que desde que começou a pandemia, só nos países ocidentais o lixo provocado pelos materiais plásticos e derivados, aumentou 17.000.000 de toneladas.

Álcool de Limpeza

É ideal utilizarmos as máscaras respiratórias ou máscaras auto-filtrantes classificadas como equipamentos FFP1, FFP2 e FFP3. Define-se como equipamento de proteção individual e deve obedecer ao Regulamento (UE) 2016/425, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 9 de Março de 2016, que consta do Decreto-Lei português n.º 118/2019, de 21 de Agosto.

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As máscaras homologadas não necessitam de filtros”, afirma Sergio Mosquera, médico e director técnico de uma das mais importantes fábricas de máscaras de Espanha. O clínico explica que as “máscaras higiénicas com tela desde que homologadas são suficientes por si mesmas para exercerem a função barreira para a população a que se destinam sem necessidade de um custo adicional para uso nem de gerar resíduos para o meio ambiente”.

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Mais eficientes que as máscaras cirúrgicas são as máscaras qualificadas como artigos têxteis e designadas como sociais ou comunitárias São reconhecidas como reutilizáveis e devem proporcionar uso de quatro horas ininterruptas, sem degradação da capacidade de retenção de partículas, nem da respirabilidade, assegurando 70% de filtração, no mínimo. O Instituto de Defesa do Consumidor, em Portugal, é claro (o mesmo sucede em Espanha): A informação sobre a reutilização – lavagem, secagem, conservação e manutenção – e o número de utilizações devem ser anunciados pelo fabricante na etiqueta, bem como as características de desempenho, a sua composição e a indicação que esta máscara não se trata de um dispositivo médico. O fabrico está sujeito ao cumprimento das normas EN 14683:2019 (Anexo C) ou EN ISO 9237:1995, EN 14683:2019 (Anexo B) ou EN 13274-7:2019. Outro factor a considerar: Todas as máscaras mostram-se ineficazes colocadas sobre homens com barba.

Lavar os dentes ou bochechar a boca com elixir depois de comer para fazer diminuir a enormidade de bactérias que expiramos pela boca e que se fixam nas máscaras: Não nos contam a verdade sobre o que fica nas máscaras ao final de 2 horas. Perguntem aos vossos médicos de família ou levem as máscaras a um laboratório para verificarem uma realidade inquestionável e muito pouco saudável para quem se mantém a respirar com a mesma máscara durante horas e a mantê-la depois de comer.

A utilização de luvas é sempre aconselhável. Calçá-las sempre depois de lavar as mãos e depois sim, passa-las com hidrogel em cada lugar público que se visitar. Mas sugere-se que não usem luvas de latex: Primeiro, porque a maioria das que se encontram à venda não são antialérgicas; segundo por alterarem a respiração cutânea e acabarem por ser muito pouco saudáveis.

Sugestão: Comprar luvas respiráveis nas costas da mão e em metade da parte superior dos dedos e impermeáveis nas palmas da mão do tipo PU100 (EN388) – ver imagem – que são utilizadas em diversas situações principalmente como protectoras, permitem grande sensibilidade, são cómodas e laváveis.

Não abusar do hidrogel (…) à entrada de casa, é mais saudável lavar as mãos com sabonete convencional ou de cera e, se possível, de marcas de pequena produção com características mais naturais. Em Portugal e Espanha existem alguns de grande qualidade. Em caso de irritação massajar as mãos com creme gordo ou, por exemplo, creme hidratante Ducray Dexeryl à venda online ou nas farmácias.

Nunca passar produtos hidra alcoólicos na face, muito menos nas crianças, pois poderão correr riscos oftalmológicos e dermatológicos. E é possível fazer hidrogel em casa: Comprar um pulverizador e enchê-lo com 2/3 de hidrogel de aloé vera (nas Canárias produz-se e vende-se um dos melhores à distribuidora LIDL sob a marca ‘Cien’) e 1/3 com álcool de 70%. Adicionar uma ou duas gotas de azeite. Agitar bem antes de efectuar as pulverizações.

Para limpeza genérica utilizar desinfectantes de venda livre ou elaborar produto caseiro. Basta fazer uma mistura de um qualquer multiusos com álcool de limpeza 70º, na proporção de 2/3 – 1/3 ou 50%-50%. O álcool de limpeza existe à venda nos Mercadona sob a marca própria Bosque Verde e tem a vantagem de não conter metanol.

Com este produto devem limpar as solas dos sapatos de borracha, ainda que actualmente sejam pouco porosas pela sua composição com silicones; as embalagens como as dos pacotes de leite, garrafões de água (…) As frutas e legumes devam ser lavados com água e em caso extremo com água misturada com um pouco de vinagre. De qualquer modo, devem-se evitar exageros.

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Evitar as compras on-line de alimentos cozinhados e de produtos dos supermercados. As condições de higiene jamais se garantem na manipulação das mercadorias. Se tiverem estacionamento particular subterrâneo impõe-se pulverizar as borrachas dos pneus, pois são dos maiores transportadores de vírus e bactérias.

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Considerando que os vírus circulam ao nível do solo e se transmitem entre humanos pela boca e pelas fossas nasais é determinante:

  • Evitar as compras on-line, particularmente de alimentos cozinhados, e das compras usuais em supermercados. As condições de higiene jamais se garantem. Basta espreitar nas portas dos bastidores para verem as condições em que as mercadorias são manipuladas. Os veículos de transporte não são desinfectados convenientemente. A maioria das motorizadas e as suas caixas de transporte dos restaurantes, principalmente de marcas fast food, dormem ao relento ou em aparcamentos e mal acondicionadas. As compras de produtos de consumo geral também se incluem neste cesto mais perigoso pelas voltas que dão até chegar a nossas casas e tantas vezes jogadas nos pavimentos onde circulam pessoas e veículos sem cuidados.
  • Em caso de terem estacionamento particular subterrâneo para viaturas próprias, aconselha-se uma pulverização dos pneus – esses sim, de borracha mais porosa – com a mistura de multiusos com álcool de limpeza, anteriormente referenciada. Os pneus são das maiores fontes de contaminação de vírus e bactérias. Basta ver os procedimentos que se fazem há anos nas entradas das maiores produções de suinicultura, avicultura ou mesmo de gado maior(…) Ou mesmo nos centros de reprodução animal e de acondicionamento de espécies em extinção. – por José Maria Pignatelli
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