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O CDS faz Falta a Portugal | Loures e as Críticas à CDU, ao PS e ao PSD

Tomada de posse da nova CPC do CDS-Loures 6/Maio/2022

A primeira nota para a ausência de Nuno Melo, Presidente do CDS Nacional, numa demonstração que não está verdadeiramente empenhado na união do seu partido. Nas concelhias como Loures e Odivelas, que sempre apoiaram Francisco Rodrigues dos Santos, esta ausência marca uma posição.

Num discurso de afirmação do CDS – Loures e Nacional, Jorge Santos esteve acutilante nas críticas que desferiu à CDU, ao PS e ao PSD e às suas opções em Loures. Sobre o PSD-Loures, que segundo Jorge Santos, se aliou ao marasmo socialista, disse: “Imaginem, dizia o PSD ‘fazer e marcar a diferença’ – não se nota, mas nota-se que conseguiram cargos que doutra forma não conseguiriam – É isso que os move aqui em Loures“.

Destacamos de um conjunto de críticas que podem ouvir em pormenor no vídeo:

  • A política asfixiante da Esquerda, tem votado Loures e os Lourenses ao empobrecimento.
  • As promessas da Esquerda que nunca são cumpridas e o Metro é apenas mais um exemplo.
  • O IMI sobre as AUGIS
  • A recolha do Lixo – exemplo da gestão de Esquerda, míope e subdesenvolvida.
  • Bairros Camarários são guetos sem dignidade e sem condições de habitabilidade.
  • Hospital Beatriz Ângelo – a cegueira ideológica fez com que a gestão PPP fosse terminada e agora assistimos diariamente a notícias que nos preocupam e às listas de espera.
  • A falta de segurança em Loures – uma realidade escondida pela gestão CDU. As forças de segurança no concelho são muitas das vezes desautorizadas e vivem no seu trabalho em condições pouco dignas.
  • A Vídeo-Vigilância foi ignorada pela gestão anterior da CDU e continua a ser pela atual.
  • Bombeiros votados ao abandono e o seu papel importante é relegado para terceiro plano.
  • Universidade e Polo Tecnológico têm sido negados pela gestão CDU e PS e agora a quem se juntou o PSD.
Vista parcial da sala

Para Jorge Santos, Presidente do CDS-Loures não há dúvidas – “O CDS faz realmente falta a Portugal“.

Relativamente a alguns que tentaram nas suas intervenções reavivar fantasmas do passado, Jorge Santos foi arrasador: “Quem vive do passado são os museus“.